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sábado, 27 de dezembro de 2025

O Problema

         O problema ou até a pergunta é um dos pilares do método científico, sendo ele o paço que nos permitirá fazer a pesquisa. Mas, neste texto falaremos sobre o que uma pergunta precisa para se tornar um problema ou até uma outra pergunta só que científica.
        O problema é considerado um tipo ou uma pergunta(fica a interpretação) por conta de sua estrutura que se assemelha muito a da pergunta mas, existem pontos na construção do problema que o diferem e fazem ele levar um rumo diferente da pergunta. O primeiro ponto que difere o problema é a sua elaboração já que uma pergunta pode ser extremamente simples como por exemplo perguntar o horário para alguém, o problema não pode ser tão simples já que ele será a base de uma pesquisa e não somente isso, o problema deve profundo ele deve basear-se naquilo que nos interessou na observação e te gerar uma sede por buscar uma possível solução e não somente algo momentâneo como uma simples dúvida, formular um problema não é apenas questionar-se de algo, é olhar aquilo e pensar “Porque aquilo acontece?” então pegar essa dúvida e lapida-la como um escultor e sua escultura.
        Esses foram apenas alguns dos pontos que diferem o problema da pergunta e além disso esses pontos também acabam por tornar ele um dos pontos se não o mais importante do método científico.

A Hipótese

         Hipótese é o próximo degrau do método, dando sequência a formulação do problema, ela que irá definir as possíveis soluções para o problema utilizando de uma proposição para isso. Mas, a Hipótese não pode ser proposta para a pesquisa sem a formulação adequada pois ela deve ser logicamente testável e também baseada na observação, neste texto eu falarei sobre alguns pontos da formulação da Hipótese.
        Como citado na introdução uma Hipótese deve ser testável ou seja deve ser possível testar sua veracidade por meio de inúmeros experimentos que devem ser repetidos por diversas vezes, isso é necessário na formulação da Hipótese por que apenas por meio destes testes podemos confirmar que nossa proposição está correta e realmente é uma Hipótese.

Mas, existem pensadores que discordam da ideia de uma Hipótese 100% verdadeira, um deles é o filósofo  inglês Karl Popper (1902-1994) que tem uma ideia completa a anterior, a ideia de Popper diz que toda a  Hipótese deve ser falseável ou seja ela deve ter a possibilidade de ser refutada no futuro por meio de novos testes, Popper trabalha com uma ideia de “falseacionismo” rejeitando qualquer verificação definitiva.

Existem outras ideias sobre a  Hipótese, desde as mais rígidas como as do Círculo de Viena até as mais livres e sem limites como a de Paul Feyerabend que diz que não existem regras para a hipótese, quase indicando um tipo de anarquismo. 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

A Observação

 


A observação é uma parte primordial do método científico e da ciência, já que sem a observação não existe método e sem método não se pode fazer ciência. Mas, mesmo sendo tão importante a observação traz consigo falhas que serão debatidas no texto abaixo.

A observação como dito acima é uma área primordial do método científico pois, sem observar é impossível chegar a uma conclusão. Mas, a observação não é apenas olhar ou ver mas sim observar ou melhor analisar as coisas de um jeito diferente ou não convencional é ver analisando os mínimos detalhes.

Mesmo sendo tão importante para o método a observação traz consigo falhas, já que para observar é necessário usar os olhos que podem nos enganar como por exemplo em uma ilusão de ótica, que acontece quando nosso cérebro interpreta o que nossos olhos vem de uma forma incorreta, um bom exemplo de ilusão é a do cavalo andando, esta ilusão mostra um cavalo andando e então é perguntado “Para que direção o cavalo está andando” mas na verdade o cavalo está parado e o chão está se movimentando.

Para evitar falhas na observação deve-se pensar como um bom observador e para poder pensar como um bom observador devem ser feitas três perguntas falhas na observação. A primeira diz: “Estou sendo o mais imparcial e neutro possível?”, está pergunta nos faz refletir se estamos sendo totalmente imparciais no que estamos observando, um exemplo seria o seguinte: Estou observando um papagaio mas, será que não estou deixando minha opinião afetar minha análise. A segunda pergunta nos dá a seguinte reflexão: “O objeto que estou observando realmente têm as características que estou vendo?”, a definição dessa pergunta é que devemos ter certeza se o que estamos observando está realmente ali e não está sendo colocado por nós, um exemplos seriam as novamente citadas ilusões de ótica que nos fazem ver coisas que não existem enganando nosso cérebro, uma ilusão de ótica exemplifica essa pergunta já que ela nos engana e a pergunta diz para cuidarmos isso, então para entender essa pergunta devemos entender que nosso cérebro pode ser facilmente enganado. A terceira e última pergunta é a seguinte “O que me faz ter certeza de minhas observações?”, essa pergunta não tem uma definição própria mas, para mim a definição dela seria a seguinte: Para se ter certeza do que observamos devemos apenas nos fazer as perguntas anteriores, isso se dá porque elas nos fazem refletir e pensar se não estamos observando de uma forma errada.






Caso Policial

           No texto a seguir pode-se ler um conto policial escrito por mim com base nos renomados livros de Sherlock Holmes escritos por Sr....