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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Caso Policial

    

     No texto a seguir pode-se ler um conto policial escrito por mim com base nos renomados livros de Sherlock Holmes escritos por Sr. Arthur Conan Doyle.

    Em um fim de tarde de março de 2023 as 6h e 12m a polícia de Platinópolis é acionada.

    Um assassinato ocorre na Rua das Palmeiras número 149, os detetives Pedro de Matos e seu ajudante Gabriel Alves são enviados para desvendar o que aconteceu naquela tarde. Eles começaram observando o quarto onde o corpo se encontrava, olharam o corpo e não viram marcas, então resolveram levar o corpo até o laboratório para fazer a autópsia.

    Lá eles descobrem que a pessoa não foi morta por armas mas sim por um tipo de veneno.

    Pedro ao analisar o sangue fala para Gabriel "isto não é estricnina, cianureto nem mesmo botulínica, não faço ideia do que é isto".

    Então Pedro e Gabriel vão interrogar os principais suspeitos, são eles o mordomo, a cozinheira e o filho.

    Pedro vai analisar mais a cena do crime enquanto Gabriel interroga os suspeitos, ele começa pelo filho e faz a seguinte pergunta "Você estava em casa durante o crime?" soturnamente o filho responde "Estava numa reunião a negócios". Então Gabriel vai falar com a cozinheira e ele faz a ela a seguinte pergunta "Você estava a onde durante o crime?" a cozinheira rapidamente responde o detetive "Eu estava preparando a janta na cozinha". Então Gabriel vai até a sala de descanso do mordomo e pergunta para ele onde estava na hora do crime e o mordomo fala "Estava no mercado comprando o que faltava na dispensa".

    Pedro vai a encontro de Gabriel e lhe fala a seguinte frase "Notei que no quarto tinha uma xícara de chá", Pedro logo vai a encontro do filho e lhe pergunta "em que horário você foi a reunião" o filho com um ar de temor responde "as 05.47".

    Pedro ao mexer em alguns papéis descobre que o filho tem uma namorada e ao olhar o sobrenome dela descobre que ela é filha do dono da maior empresa de químicos de Porto Alegre a Quimiquis ITDA, então Pedro resolve ir para casa, lá ele lê um jornal e vê a seguinte manchete "Um raro veneno que tem 100% de mortalidade foi roubado hoje da Quimiquis ITDA" rapidamente ele veste seu casaco pega o jornal e vai até a cena do crime, ao chegar ele olha para o chão e vê uma garrafa vazia e resolve compara-lá com a do jornal e percebe que é a mesma garrafa então ele resolve examinar a xícara e descobre digitais que batem com as do filho.

    Então Pedro resolve ver melhor os papéis e descobre ligações para uma empresa de heranças, então Pedro chama Gabriel e eles resolvem ligar os pontos "O filho queria a herança do pai então resolveu matá-lo mas, para não deixar armas foi falar com a namorada e pediu um veneno, ela tendo acesso á química roubou do pai um raro veneno então ele misturou o veneno no chá do pai para matá-lo".

    Logo depois Pedro e Gabriel vão prender o filho e a namorada, que pegam uma pena de 15 anos cada por homicídio qualificado e toda a herança foi condiciona para a caridade.


A Circunferência da Terra

 


    Por volta de 200 a.C., o matemático e diretor da biblioteca de Alexandria Eratóstenes (296-194 a.C.) descobriu a circunferência da terra utilizando do método científico, ele observou que em uma cidade no Egito chamada Assuão ao meio dia um poço ficava iluminado pela luz solar, mas já em Alexandria a mesma coisa não acontecia. Então ele utilizou um tipo de haste vertical chamado gnômon, ele as colocou pelo caminho entre Assuão e Alexandria para ver o que aconteceria, então depois de analisar ele percebeu que ao meio dia o gnômon perto de Assuão tinha a sombra como um ponto já o de Alexandria tinha sua sombra como uma linha.

Então depois de muitos cálculos ele conclui que a circunferência da terra é de aproximadamente 39.690, mas hoje sabemos que ele errou pois a circunferência real é de 40.75.

Eu conclui que a parte mais importante do método para a sua pesquisa foi a experimentação, mas concluímos em aula que a mais importante foi a observação, não que o resto do método não importante pelo contrário são muito importantes mas sem a observação não haveria pelo que ele fazer a pesquisa.

A experimentação

    


     Nas aulas recentes estudamos a experimentação e também descobrimos que existem modelos de experimento que serão demonstrados, não somente isso nós também veremos sobre o observador na experimentação. 

    O primeiro modelo de e também o mais conhecido de experimento são os feitos em laboratório, sendo eles experimentos que testam por exemplo remédios, elementos químicos, testes físicos, entre outras coisas.

    O próximo modelo se trata dos experimentos sociais que são feitos para estudar e compreender o comportamento do cérebro humano, mas comumente eles testam a reação da mente ao sofrer pressões sociais sendo um ótimo exemplo o experimento do elevador que funciona da seguinte forma: Um grupo de atores são colocados em um elevador e logo depois uma pessoa comum entra, depois da pessoa entrar todos os atores se viram para o lado oposto, isso é feito para testar a reação da pessoa ao sofrer a pressão de virar-se com o grupo ou não, ao fim o experimento descobriu que 75% das pessoas se viram com o grupo de atores.

O modelo que veremos agora é de muito pouco conhecimento geral sendo ele o experimento mental, experimentos mentais como seu nome já diz tratam-se de experimentos que são feitos mentalmente por não serem possíveis de replicar na vida real como o experimento dos gêmeos idealizado por Albert Einstein (1879-1955) que foi pensado da seguinte forma: Dois irmãos gêmeos são separados com um sendo deixado na terra para viver uma vida normal e o outro é colocado em uma nave com a velocidade extremamente próxima à da luz, então se passam 60 anos e o gêmeo espacial retorna e enquanto o que viveu na terra envelheceu os 60 anos o do espaço envelheceu pouquissimo.

Agora que falamos da maioria dos modelos de experimento podemos falar do problema do experimento e qual seria este problema você pode perguntar, mas antes de apresentá-lo devemos citar o experimento de Thomas Young(1773-1829) que era um Polímata britânico e o citamos aqui como dito anteriormente para falar sobre um de seus experimentos, o experimento em questão era para saber se ela é uma onda ou uma partícula. Para fazer esse experimento Young utilizou 2 paredes, uma com 2 fendas e outra com uma espécie de tela sensível a luz, depois Young utilizou uma fonte de luz e caso a tela ficasse com marcas em formas de linha a luz seria uma onda já se as marcas fossem em forma de pontinhos a luz seria uma partícula. O experimento de Young concluiu que a luz é uma onda, mas nosso problema está em uma replicação deste experimento que foi feita com somente uma pequena diferença, entre as paredes próximo as fendas  foram colocadas câmeras com sensores, mas no momento de checagem dos resultados constatou-se que a luz é uma partícula  e ao testarem sem os sensores a resposta encontrada condizia com a de Thomas Young(1773-1829), após isso conclui-se que os sensores afetam os resultados, isso nós leva ao nosso problema “O observador pode afetar os resultados ?”.  

sábado, 27 de dezembro de 2025

O Problema

         O problema ou até a pergunta é um dos pilares do método científico, sendo ele o paço que nos permitirá fazer a pesquisa. Mas, neste texto falaremos sobre o que uma pergunta precisa para se tornar um problema ou até uma outra pergunta só que científica.
        O problema é considerado um tipo ou uma pergunta(fica a interpretação) por conta de sua estrutura que se assemelha muito a da pergunta mas, existem pontos na construção do problema que o diferem e fazem ele levar um rumo diferente da pergunta. O primeiro ponto que difere o problema é a sua elaboração já que uma pergunta pode ser extremamente simples como por exemplo perguntar o horário para alguém, o problema não pode ser tão simples já que ele será a base de uma pesquisa e não somente isso, o problema deve profundo ele deve basear-se naquilo que nos interessou na observação e te gerar uma sede por buscar uma possível solução e não somente algo momentâneo como uma simples dúvida, formular um problema não é apenas questionar-se de algo, é olhar aquilo e pensar “Porque aquilo acontece?” então pegar essa dúvida e lapida-la como um escultor e sua escultura.
        Esses foram apenas alguns dos pontos que diferem o problema da pergunta e além disso esses pontos também acabam por tornar ele um dos pontos se não o mais importante do método científico.

A Hipótese

         Hipótese é o próximo degrau do método, dando sequência a formulação do problema, ela que irá definir as possíveis soluções para o problema utilizando de uma proposição para isso. Mas, a Hipótese não pode ser proposta para a pesquisa sem a formulação adequada pois ela deve ser logicamente testável e também baseada na observação, neste texto eu falarei sobre alguns pontos da formulação da Hipótese.
        Como citado na introdução uma Hipótese deve ser testável ou seja deve ser possível testar sua veracidade por meio de inúmeros experimentos que devem ser repetidos por diversas vezes, isso é necessário na formulação da Hipótese por que apenas por meio destes testes podemos confirmar que nossa proposição está correta e realmente é uma Hipótese.

Mas, existem pensadores que discordam da ideia de uma Hipótese 100% verdadeira, um deles é o filósofo  inglês Karl Popper (1902-1994) que tem uma ideia completa a anterior, a ideia de Popper diz que toda a  Hipótese deve ser falseável ou seja ela deve ter a possibilidade de ser refutada no futuro por meio de novos testes, Popper trabalha com uma ideia de “falseacionismo” rejeitando qualquer verificação definitiva.

Existem outras ideias sobre a  Hipótese, desde as mais rígidas como as do Círculo de Viena até as mais livres e sem limites como a de Paul Feyerabend que diz que não existem regras para a hipótese, quase indicando um tipo de anarquismo. 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

A Observação

 


A observação é uma parte primordial do método científico e da ciência, já que sem a observação não existe método e sem método não se pode fazer ciência. Mas, mesmo sendo tão importante a observação traz consigo falhas que serão debatidas no texto abaixo.

A observação como dito acima é uma área primordial do método científico pois, sem observar é impossível chegar a uma conclusão. Mas, a observação não é apenas olhar ou ver mas sim observar ou melhor analisar as coisas de um jeito diferente ou não convencional é ver analisando os mínimos detalhes.

Mesmo sendo tão importante para o método a observação traz consigo falhas, já que para observar é necessário usar os olhos que podem nos enganar como por exemplo em uma ilusão de ótica, que acontece quando nosso cérebro interpreta o que nossos olhos vem de uma forma incorreta, um bom exemplo de ilusão é a do cavalo andando, esta ilusão mostra um cavalo andando e então é perguntado “Para que direção o cavalo está andando” mas na verdade o cavalo está parado e o chão está se movimentando.

Para evitar falhas na observação deve-se pensar como um bom observador e para poder pensar como um bom observador devem ser feitas três perguntas falhas na observação. A primeira diz: “Estou sendo o mais imparcial e neutro possível?”, está pergunta nos faz refletir se estamos sendo totalmente imparciais no que estamos observando, um exemplo seria o seguinte: Estou observando um papagaio mas, será que não estou deixando minha opinião afetar minha análise. A segunda pergunta nos dá a seguinte reflexão: “O objeto que estou observando realmente têm as características que estou vendo?”, a definição dessa pergunta é que devemos ter certeza se o que estamos observando está realmente ali e não está sendo colocado por nós, um exemplos seriam as novamente citadas ilusões de ótica que nos fazem ver coisas que não existem enganando nosso cérebro, uma ilusão de ótica exemplifica essa pergunta já que ela nos engana e a pergunta diz para cuidarmos isso, então para entender essa pergunta devemos entender que nosso cérebro pode ser facilmente enganado. A terceira e última pergunta é a seguinte “O que me faz ter certeza de minhas observações?”, essa pergunta não tem uma definição própria mas, para mim a definição dela seria a seguinte: Para se ter certeza do que observamos devemos apenas nos fazer as perguntas anteriores, isso se dá porque elas nos fazem refletir e pensar se não estamos observando de uma forma errada.






Caso Policial

           No texto a seguir pode-se ler um conto policial escrito por mim com base nos renomados livros de Sherlock Holmes escritos por Sr....